Rui Manuel dos Santos Fontes
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BEM VINDO. AQUI FALAMOS DE SAUDE.

Informações do Perfil

Profissao:
Director Técnico Lar de Idosos SBSI/SAMS
Acerca de mim:
Curso LPM OE/ICN
Curso Programa Avançado Gestão de Saude U.C.
Presidente Associação Amigos da Grande Idade-Inovação e Desenvolvimento
Website:
http://www.associacaoamigosdagrandeidade.com
LARES DE IDOSOS E CASAS DE REPOUSO

Passada que parece estar a euforia dos Cuidados Continuados que motivou uma autêntica corrida às camas a atribuir pela Unidade de Missão, qual corrida ao ouro noutros tempos, é possivel que alguns investidores se dediquem a uma área abandonada e com extraordinárias possibilidades de negócio: os lares de idosos e casas de repouso.

Na realidade os cuidados continuados parecem estar a invernar. Primeiro porque era uma das maiores bandeiras da positiva estratégia do Prof. Correia de Campos, deixando de se falar após o seu abandono do governo (não basta a paixão da responsável da unidade de missão, é preciso que essa paixão seja partilhada ou pelo menos apoiada pela tutela e isso não parece acontecer). Segundo porque o interesse das instituições sociais e de solidariedade terá sido abrandado por se perceber que esta área requeria capacidade profissional, gestão capaz, regras de cumprimento rigoroso e que não bastava passar umas quantas camas de lar de idosos a cuidados continuados para que fossem atribuidas as comparticipações e se constituissem novas unidades. Sabe-se que, de facto, estas unidades não são sustentáveis com menos de 60 camas e requerem uma equipa profissionalizada capaz de fazer a sua gestão, o que não existe na maior parte dessas Instituições, não pondo em causa o papel brilhante que têm na área social. Terceiro porque os grandes grupos receiam que se repita o maior problema que existe no país: abertura do "negócio" aos privados e concorrência incorrecta do sector publico que, sem saber o que fazer às camas desocupadas, encontrará rápidamente nos cuidados continuados forma dos administradores das EPE conseguirem os seus prémios de produtividade. Devemos reconhecer que as regras não são claras e a iniciativa privada não pode arriscar a investir em unidades de raiz, de grande qualidade para logo a seguir nascerem, como cogumelos, unidades, ali mesmo ao lado dentro dos actuais hospitais publicos, agora EPE, a concorrerem deslealmente.

Se esta paragem no investimento nos cuidados continuados é negativa para a reforma do sistema de saude, poderá vir, finalmente a abrir o investimento nos lares e casas de repouso.

Esta área necessita de passar à primeira linha da discussão do envelhecimento. Necessita de passar a ser considerada uma parte integrante do sistema nacional de saude e olhada de uma forma mais objectiva por todos, incluindo os investidores.

A oferta actual é essencialmente das Instituições de solidariedade e na parte privada praticamente "doméstica": vivendas remodeladas com uma ou duas dezenas de camas, com inumeras deficiencias e sem qualquer visão estratégica. A unica alteração a este quadro surgiu com o modelo das residências de vida independente que tarda a demonstrar a sua sustentabilidade e adequação às necessidades. Não existe um modelo intermédio que responda às necessidades e procura da classe média e que possa ser rentabilizado sem mensalidades extarordináriamente elevadas e fora da realidade nacional.

É pois altura dos investidores olharem para esta área. Não será necessário repetir todas as transformações sociais que irão surgir nos próximos anos em consequência do envelhecimento.

Os lares de idosos são um investimento muito atraente na área da saude desde que se percebam alguns pressupostos: lares com capacidade para mais de 80 pessoas, com áreas determinadas para residentes independentes e dependentes sem que isso requeira espaços arquitectónicos separados e com um modelo inovador de gestão que inclua nova atitude na prestação de cuidados e novas dinâmicas na oferta de serviços. Um lar não vale pela arquitectura que apresenta mas pelos serviços que presta. Faltará depois o passo seguinte: conjunto de lares que partilhem os mesmos serviços externos, com criação de unidades centrais comuns.

Começam a surgir indicadores de que a iniciativa privada está interessada em entrar nesta área e se isso depender da existência de técnicos qualificados e novos modelos de gestão é bom saber-se que existe já um enorme numero de pessoas capazes de assegurarem a qualidade e a rentabilidade do investimento. O trabalho que a Associação amigos da Grande Idade está a desenvolver na área da formação de técnicos e o interesse demonstrado por instituições e cidadãos garante alguma esperança para este sector.

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Blog de Rui Manuel dos Santos Fontes

A PROPÓSITO DE AUXILIARES DE ACÇÃO MÉDICA EM LARES DE IDOSOS

Discute-se hoje muito o afeto nos cuidados de saúde, sociais, psicológicos ou outros a pessoas idosas institucionalizadas. Uma das observações recorrentes é a incapacidade das pessoas, que são habitualmente as auxiliares, de terem esse afeto e tratarem os idosos como pessoas sem direitos e com alguma indignidade.

Refletindo sobre isto sabemos que quando um enfermeiro ou um técnico mais especializado não tem condições técnicas para prestar cuidados, treina-se e ensinam-se essas…

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Postado em 13 agosto 2015 às 10:54

PRÉMIOS HOSPITAL DO FUTURO: CATEGORIA GRANDE IDADE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Associação Amigos da Grande Idade é o parceiro oficial do Hospital do Futuro para o desenvolvimento do Prémio Hospital do Futuro na Categoria GRANDE…

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Postado em 11 setembro 2012 às 18:30

SAIU A PORTARIA QUE DEFINE AS CONDIÇÕES DE ORGANIZAÇÃO, FUNCIONAMENTO E INSTALAÇÃO DE ESTRUTURAS RESIDENCIAIS PARA PESSOAS IDOSAS

Saiu hoje, com data a 21 de Março a Portaria que estabelece as novas condições de funcionamento de Lares de idosos.

Sem surpresa apresenta grande flexibilidade naquilo que mais incomodava e encarecia os investimentos nesta área: as áreas funcionais e os metros quadrados.

Com alguma tristeza não foi tão longe como se desejaria no que diz respeito ao que elegemos de mais importante no funcionamento destas estruturas: o pessoal.

Mantem-se indicadores de pessoas sem que os…

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Postado em 23 março 2012 às 12:54

NOVA LEGISLAÇÃO

Desde a saída do Decreto-Lei 64/2007 que se vivia no nosso entender um vazio legislativo em relação ao funcionamento dos lares de idosos. Na verdade esse Decreto-Lei alterou o anterior decreto 133A/97 que tinha dado origem ao despacho normativo 12/98 que, a nosso ver, deixou de ter condições legais para ser aplicado.

A introdução da nova portaria vem, indirectamente dar razão à Associação, referindo que havia desajustamento legislativo que fazia com que actualmente as entidades e…

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Postado em 23 março 2012 às 12:53

SAIU A PORTARIA QUE DEFINE AS CONDIÇÕES DE ORGANIZAÇÃO, FUNCIONAMENTO E INSTALAÇÃO DE ESTRUTURAS RESIDENCIAIS PARA PESSOAS IDOSAS

Saiu hoje, com data a 21 de Março a Portaria que estabelece as novas condições de funcionamento de Lares de idosos.

Sem surpresa apresenta grande flexibilidade naquilo que mais incomodava e encarecia os investimentos nesta área: as áreas funcionais e os metros quadrados.

Com alguma tristeza não foi tão longe como se desejaria no que diz respeito ao que elegemos de mais importante no funcionamento destas estruturas: o pessoal.

Mantem-se indicadores de pessoas sem que os…

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Postado em 23 março 2012 às 12:52

Caixa de Recados (11 comentários)

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Às 19:15 em 22 maio 2012, sandara disse...

sandaraassane@yahoo.com
 Olá, meu nome é Sandara, eu tenho você .hospitaldofuturo.org  e eu quero ter um bom
relacionamento com você, por favor, eu preciso de sua ajuda, eu sou seu Sandara
Este é o meu e-mail (sandaraassane@yahoo.com
..............................................................................................................................
Hello, my name is sandara, I got you ...hospitaldofuturo.org  and I want to have a good
relationship with you, please, I need your help, I am yours sandara
This is my e-mail (sandaraassane@yahoo.com

Às 23:06 em 19 março 2011, Paulo Nunes de Abreu disse...
Caro Rui,
Muito obrigado pelo seu comentario.
Ja restabeleci os conteudos seguindo precisamente a linha que propoe, ou seja no NING apenas publicaremos artigos de opiniao e nao mais noticias.
Às 21:29 em 6 outubro 2009, Catarina Portela disse...
Realmente o tema da tese terá de ser incluído no âmbito da qualidade de vida, e remetendo para o instrumento que referi anteriormente. Porém, julgo bastante pertinente tudo o que referiu! A nossa “missão” deverá ser sempre contemplar os maiores interesses daqueles que servimos, neste caso, os nossos idosos. Tendo a oportunidade de fazer uma tese, julgo ser da maior importância ter acesso a todas as contribuições quanto seja possível. E desde já, manifesto o meu enorme agrado pela sua disponibilidade e atenção!
Quando se refere às necessidades das pessoas idosas no seu domicílio ou institucionalizadas, a que se refere, mais especificamente? Neste sentido, conversarei com a minha orientadora de tese, abordando a sugestão, de modo a avaliar-se a possibilidade de seguir esse caminho. Solicitava-lhe, deste modo, que mencionasse mais especificamente as necessidades a que se referiu, para poder conversar com a minha orientadora numa base mais concreta.
Agradeço-lhe a frontalidade e só assim se poderá tratar seriamente os assuntos sérios, não é verdade?
Eu penso recolher a minha amostra nos mais variados locais, nomeadamente nos que referiu e não limitar-me à Unidade de Saúde de Coimbra, ou outras unidades que sirvam o efeito, até porque quanto mais variada uma amostra for, mais valor estatístico terá. Isso só acontecerá se dentro do tema da qualidade de vida, se abordar, por exemplo, a depressão em idosos institucionalizados. Por ainda estar com dúvidas em relação a que caminho tomar, é que lhe agradeço bastante a preciosa ajuda, por ser alguém que está tão por dentro do assunto e ciente das dificuldades das pessoas idosas.
Uma vez mais agradeço a disponibilidade e apoio! Se for do seu interesse o tema final da minha tese e prestar apoio nesse sentido, tenho todo o gosto e interesse em reunir-me com a associação.
Aguardo, então, a sua resposta à questão que lhe coloquei, em relação às necessidades das pessoas idosas, para falar com a minha orientadora e contactá-lo novamente.

Com os melhores cumprimentos
Catarina Portela
Às 13:58 em 5 outubro 2009, Catarina Portela disse...
Caro Enf.º Rui Fontes

Presentemente, encontro-me a concluir o Mestrado em Psicogerontologia Clínica, pelo que estou a iniciar o processo da tese e dois estágios. A minha tese incidirá no instrumento WHOQOL-OLD (World Health Organization of Quality of Life), no âmbito da avaliação da qualidade de vida das pessoas idosas. Ainda está por decidir se serão associadas outras variáveis como a ansiedade ou depressão nos idosos institucionalizados. Tal dependerá, em parte dos meus locais de estágio, que são na Unidade de Saúde de Coimbra - Clínica Fernão Mendes Pinto e no Hospital de Tomar, onde assistirei a consultas de psiquiatria e onde procederei à avaliação neuropsicológica.

Estou, portanto, a contactá-lo no sentido de o informar acerca do meu tema de tese e disponibilizá-la posteriormente. Ainda, num futuro próximo, terei de começar a recolher sujeitos para amostra, no âmbito do processo de investigação, e gostaria de saber se seria possível, caso fosse viável, recolher parte da amostra no Lar de Idosos SBSI/SAMS.

Por último, sei que se realizará a 19 e 20 de Novembro, em Lisboa, o primeiro evento público da Associação Amigos da Grande Idade. Saberá dizer-me onde serão disponibizadas mais informações, tais como o local?

Um muito obrigada!

Com os melhores cumprimentos,
Catarina Portela
Às 16:12 em 19 setembro 2009, alberto montoya cano disse...
Caro José Manuel Santos.

Gostaria de avançar uma proposta para minha participação no evento a realizar no próximo mês de Novembro. Pedia-lhe o favor de analisa-la e comentar a sua pertinência (ou não) para ficar integrada no programa do encontro.

A minha ideia seria falar sobre as origens dos dispositivos arquitectónicos que contêm o programa de residência colectiva para a terceira idade, desde os inícios da clínica no século XVII até as residências contemporâneas, incluindo alguns casos de estudo actuais. O guião provisório da comunicação poderia ser:

HOSPITAL OU MORADA? As origens e fixação dos dispositivos arquitectónicos de residência colectiva para idosos.

1. A génese dos equipamentos com programas de cuidados de saúde.
2. O paradigma dos sanatórios.
3. A fixação do programa de residência para idosos. Gestão versus convivência.

Obrigado.

Alberto Montoya
Às 19:05 em 31 agosto 2009, alberto montoya cano disse...
Caro Rui Manuel Santos

Em Junho passado falou-me num dos seus comentários no blog da possibilidade de fazer um evento em Outubro sobre a grande idade.

Agora que estou de volta das férias, gostaria de saber se o evento vai para o frente. Se for assim, existe a possibilidade de propor um tema relacionado com a minha área, a arquitectura, e mais concretamente sobre a tese que estou a desenvolver sobre as residências para idosos.

Fico a espera da sua resposta. Obrigado pela atenção.

Alberto Montoya
Às 20:19 em 5 julho 2009, Emanuel Boieiro disse...
Excelente a ideia para um Fórum sobre a Grande Idade.
O caminho faz-se caminhando...
Às 22:42 em 29 junho 2009, Carlos Neves disse...
Olá Enfº Rui Fontes

Quero dizer-lhe que o admiro muito pela sua luta em prol dos idosos, sobretudo pela competência e desassombro com que trata todos os temas que aborda.
Já estive em posição de observar que destacados técnicos da Segurança social, com experiência no terreno, têm uma visão próxima da nossa e antagónica aos centros de decisão.
O que nos falta é levar " a carta a Garcia " ou seja: dizer aos políticos que existem formas diferentes, mais económicas, mais interessantes e sobretudo muito mais úteis para cuidar os nossos idosos.
É necessário tratar diferentemente o que é diferente, potenciando as valências apropriadas a cada grupo concreto, fazendo a descriminação positiva que cada situação impõe.

Um abraço

Carlos Neves
Às 18:19 em 7 maio 2009, Catarina Portela disse...
Olá Enf.º Rui!
Eu é que agradeço.
Naquilo que puder, tenho todo o gosto em participar e contribuir.
Farei a tese no próximo ano e ainda não sei com que tema...mas estou a pensar em algo relacionado com a qualidade de vida e maus-tratos, a idosos. Agradeço o interesse! Assim que puder contribuir com a minha tese, contactá-lo-ei.
Com os melhores cumprimentos,
Catarina Portela
Às 9:37 em 6 maio 2009, maria joão Raminhos Esperança disse...
Bom dia, Enf.º Rui vejo que conseguiu e esta de parabéns pois tem aqui um projecto bastante bom.
Maria João Esperança
 
 
 

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